“O Brasil trabalha com uma matriz energética diversificada, composta por diferentes fontes. Algumas são consideradas usinas de base – aquelas que posso acionar quando quiser, porque contam com armazenamento, como as térmicas e as hidrelétricas. E também temos as fontes renováveis, que eu chamo de perecíveis, porque, se não forem usadas no momento em que são geradas, acabam se perdendo”, explica Jonathan Colombo, engenheiro e professor do MBA em ESG de Mudanças Climáticas e Transição Energética da FGV.





