A tartaruga-verde (Chelonia mydas) melhorou de “em perigo” para “pouco preocupante”, com aumento global estimado em cerca de 28% desde a década de 1970. A IUCN credita o avanço a ações prolongadas como proteção de fêmeas e ninhos, redução do consumo e do comércio, e uso de dispositivos de exclusão em redes de pesca. Iniciativas em Ascensão, Brasil, México e Havaí são citadas como particularmente bem-sucedidas. Apesar da melhora, persistem ameaças como captura incidental, coleta de ovos, desenvolvimento costeiro e efeitos das mudanças climáticas sobre praias de desova.





