“No caso da praia do canto, as algas que se proliferam podem ser microalgas que vivem no plâncton, mas também macroalgas que ficam presas nas rochas. Isso é uma suspeita. Pode ter o efeito combinado de esgoto que fica também mais preso na baía e com altas temperaturas o processo de decomposição de matéria orgânica libera gases com mau cheiro. É o mesmo processo basicamente da decomposição das algas e microorganismos. Mas para saber se essa situação se espalhou de forma geral em outros pontos da baía é necessário uma análise da água. Numa situação normal, as águas seriam todas claras, mas em Vitória temos essa combinação de águas muito paradas por causa dos aterros que foram feitos, esgoto e altas temperaturas”, pontuou o oceanógrafo.





