Congolês sofre para registrar bebê com nome africano em cartório de SP


Abed conta que escolheu o nome por causa de uma tradição familiar. “Minhas tataravós, quando tinham filhos, geralmente viam os bebês morrerem no nascimento. Um dia, uma delas sonhou que a mãe, já falecida, dava um conselho: fazer um mingau de uma árvore chamada Nzobale e dar ao bebê. Quando acordou, ela fez isso. E a criança sobreviveu”, diz o professor.



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