Aluna cotista que perdeu vaga em Medicina por não ser considerada parda é aprovada em outra universidade pública: ‘Já estava sem forças’


Samille Ornelas, de 31 anos, havia sido aprovada pelo Sisu na Universidade Federal Fluminense, mas comitê de heteroidentificação e Justiça afirmaram que ela não tinha ‘características fenotípicas’ de parda. Agora, a jovem conquistou uma vaga, também por cotas, na Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB).



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