Ao g1, o fotógrafo e ativista Piratá Waurá, que dirigiu o curta-metragem “Replika”, também em exibição no Festival do Rio, afirmou que a importância de aprender a usar as tecnologias dos “não-indígenas”, como as câmeras filmadoras, é que os povos possam contar as suas próprias histórias. Além disso, pode ajudar quem está de fora a entender como é a vida nas aldeias e nas florestas. “Demarcar a tela é demarcar o território”, ele defendeu.





