O pediatra e psicanalista inglês Donald Woods Winnicott ( the winnicott trust/wellcome collection )
Com o avanço da capacidade computacional das inteligências artificiais e o surgimento dos chatbots alimentados por LLMs (Grandes Modelos de Linguagem), a oferta desse tipo de ferramenta tem se massificada e cada vez mais substituído tarefas humanas – ou ao menos tentado substituí-las – no que compete especialmente ao uso da linguagem. Nessa tentativa, a oferta dos serviços em saúde mental não sai ilesa; mais especificamente, na oferta de psicoterapia que tem majoritariamente o discurso e o contato entre “sujeitos” como dispositivos fundamentais da prática.
Levantaremos algumas questões relativas à natureza do vínculo entre um paciente e um analista, a partir da perspectiva de Donald Woods Winnicott – para pensarmos quais são os possíveis horizontes e limites do uso de chatbots como psicoterapeutas ou…





