O triste afeto da conciliação

O triste afeto da conciliação

 

 

Olá, você do futuro.

Dois dos pronunciamentos políticos mais importantes realizados no mês de abril deste ano de 2026 (embora não tenham repercutido como acho que poderiam ter repercutido) chamaram bastante minha atenção e me fizeram pensar na linguagem (e no ânimo) das conciliações que só fazem perpetuar a convivência de subalternização entre os dois por cento da população que saqueia a riqueza do país e o resto de nós, a massa endividada, precarizada e, na lógica da democracia representativa liberal, politicamente relevante somente nos períodos eleitorais.

A primeira manifestação veio do depurado federal petista Rui Falcão (ele foi presidente nacional do Partido dos Trabalhadores entre 2011 e 2017), em conversa com o jornalista Breno Altman no canal do Youtube Opera Mundi, no dia 16 de abril de 2026.

Disse o deputado: “Nosso partido se distanciou dos territórios, faz disputa política a cada dois anos e não permanentemente. Houve uma certa burocratização dos setores da nossa juventude petista, excesso de institucionalização, luta institucional e parlamentar, e pouca formulação de futuro. Quero…

Clique para ler a matéria completa

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *