Flores em vida é o nome desta coluna que se inaugura hoje com este texto e que, doravante, ocupará a Cult digital – revista da qual sou colaborador há alguns anos – a cada 15 dias. Um ponto de encontro e uma periodicidade para minhas leitoras e leitores. Como sugere seu título, a coluna pretende dar flores a artistas e intelectuais diversos, relevantes não apenas para minha formação cultural e cidadã, mas para o progresso espiritual da humanidade como um todo, e que seguem vivos.
Esta coluna será uma espécie de antiobituário, porque não devemos esperar a morte de trabalhadoras e trabalhadores, artistas e intelectuais para lhes render homenagens por suas contribuições, não importando quão famosa e/ou lembrada seja esta pessoa. A coluna será, portanto e também, um antídoto contra o apagamento ou esquecimento dela. Mais: como sou um jornalista, escritor e artista interessado na compreensão e análise do mundo que ainda partilhamos, Flores em vida usará das contribuições da homenageada ou homenageado para este fim.
Explicitados os motivos desta coluna, as primeiras flores em vida eu dou à escritora canadense…





