“É extremamente emocionante”, diz um ex-professor de ambas, Chris McInnes, diretor-adjunto de música na BRIT School. “Nunca nos atribuiremos o mérito de seu sucesso. O que fazemos é criar o melhor ambiente possível para que os alunos desenvolvam suas capacidades”, acrescenta.
“Por que só quem tem recursos para comprar uma câmera deveria fazer cinema? Por que só quem pode pagar sapatilhas de dança deveria dançar? Todos deveriam poder se expressar através da arte”, diz Worden, que trabalha na escola há 32 anos.
Em uma das salas de aula, um grupo ensaia o musical “Six”. Luke Crown, no teclado, e Naomi Simon, de microfone na mão, preparam-se para um espetáculo em maio.





