Sim, há décadas, ao fim de cada apresentação, Roberto Carlos oferece flores para os súditos do cantor entronizado na memória nacional com o epíteto de “Rei”. Mas o fato é que Roberto é que deveria receber todas as flores em vida.
Finda a Jovem Guarda, Roberto orquestrou transição inteligente para o mundo adulto. A partir de 1969, o cantor flertou com o soul e o funk em momentos inspirados da discografia, mas, acima de tudo, investiu nas baladas românticas, tônica do cancioneiro do artista nos anos 1970.





