Museu Britânico 'apaga' Palestina e gera protestos; entenda

Uma reportagem do jornal britânico “The Guardian” gerou reações e protestos em Londres. Ela questiona se o museu cedeu a um grupo de advogados pró-Israel.

O museu nega ter cedido à pressão, e diz que fez as mudanças de forma independente. No entanto, a alteração ocorre após a guerra de Israel em Gaza, que danificou mais de 150 heranças culturais, muitas delas sítios arqueológicos da Antiguidade.

“Museus lidam com sensibilidades. Nós mostramos fatos. Fatos às vezes doem. Mudanças não explicadas minam a confiança do público”, afirma Warasneh.

O museu afirma que continua usando o termo Palestina em diversas galerias, tanto contemporâneas quanto históricas, mas disse que alterou alguns rótulos e mapas para utilizar Canaã, termo que considera mais preciso para o Levante meridional no final do segundo milênio antes de Cristo.

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