Outros erros frequentes, adianta Marconato, é confundir o papel de hormônios de efeitos opostos (como insulina e o glucagon), associar incorretamente glândulas e hormônios produzidos, ou tratar a ação hormonal como imediata e “rápida”, quando, “em geral, os efeitos são mais lentos e prolongados do que respostas neurais”, diz.





