Poluição e portos encurralam os botos-cinza no Rio de Janeiro


Símbolo da vida marítima da cidade, o boto-cinza (Sotalia guianensis) está estampado há 130 anos no brasão do Rio de Janeiro. A Baía de Sepetiba, no litoral sul, a 70 quilômetros do centro da cidade, já foi um santuário de águas calmas e fartura de peixes, o lar ideal para uma das maiores populações desses animais no mundo. Hoje, no entanto, a realidade é de uma guerra silenciosa por espaço.



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