Editais podem impor barreiras antes mesmo da avaliação. Um exemplo ocorreu na Universidade Federal do Acre (UFAC), onde Alessandra Machado, mãe de João Batista, de 21 anos, aprovado para História, esbarrou em uma regra que exigia laudo médico emitido há no máximo 90 dias para poder se matricular pela cota. O prazo, segundo ela, é inviável no SUS, onde a fila de espera pode se estender por meses, e oneroso no setor privado. “Essa exigência mostra despreparo… não se consegue laudo assim da noite para o dia”, afirma.





