Últimos da fila: mais de mil crianças com deficiência aguardam adoção


“Não dá para romantizar. Precisa ser uma escolha consciente, para que não haja devolução depois. Meu filho Matheus, sinceramente, se não fosse pela adoção, nem sei se estaria vivo. Ele toma muitas medicações, tem epilepsia e lesão cerebral. Foram muitas terapias para ele engatinhar, andar e chegar aonde chegou”, diz Suzana Schettini, moradora do Recife.



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