Me sinto menos otimista porque nos aproximamos dos limites planetários e pontos de não retorno (os exemplos mais visíveis na minha área são o derretimento do gelo marinho, o recuo das banquisas e a acidificação oceânica). Me sinto menos otimista porque vejo inação de governos diante de crises humanitárias, e me pergunto se será diferente quando lidarmos com escassez de recursos em mais países.
— Tamara Klink, jovem brasileira a fazer a travessia do Oceano Atlântico e debate os impactos da mudança do clima no Ártico




