“Eu entendo que o fato de um terço dos homens da geração Z concordarem que a esposa deve obedecer ao marido reflete discursos que existem na sociedade há muito tempo. Embora tenha havido um movimento forte de mulheres reivindicando autonomia e independência, ainda persistem discursos machistas e conservadores. Esses valores continuam sendo transmitidos por diferentes caminhos, como a religião, a mídia e a própria criação familiar, passada de geração em geração”, explica Maíra Liguori, presidente da Think Olga, organização social focada em promover o debate público e a equidade de gênero.





